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As obras de melhoria na avenida Ernesto Geisel estão avançando São duas frentes de serviço trabalhando na pavimentação e ciclovia, além de m…

prefcg As obras de melhoria na avenida Ernesto Geisel estão avançando São duas frentes de serviço trabalhando na pavimentação e ciclovia, além de meio-fio, sinalização, grama, plantio de árvores, entre outra…

há 10 horas

PrefCG NOTÍCIAS

Com risco de vendavais, Defesa Civil emite alerta amarelo 

A Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil de Campo Grande emitiu um alerta para amanhã (04), a partir das 23h, sobre o risco de vendavais na Capital até às 22h59 de sábado (05).  O alerta amarelo foi emitido pela possibilidade de fortes rajadas de vento, variando entre 40km/h e 60km/h. Ainda conforme o alerta, há risco baixo de queda de árvores em diversas regiões da cidade. O alerta foi feito pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).  Alerta emitido pela Defesa Civil Caso seja atingido por alguma intempérie, o munícipe pode acionar a Defesa Civil através do contato 199, ou solicitar serviços, como a remoção de árvores pelo 156.  Naqueles casos em que a queda total ou parcial da árvore aconteceu sobre a fiação e há riscos de o imóvel ou planta estar eletrificada, o contato deve ser feito ao 193.  #PraTodosVerem: A imagem mostra um cenário de chuva na região central da cidade.

03/09/2026 às 16:17
FAC promove curso de artesanato com foco em sustentabilidade e geração de renda

O Fundo de Apoio à Comunidade (FAC) promove, no Centro Comunitário do Bairro Buriti, um curso de artesanato com foco em sustentabilidade, economia circular e geração de renda. Iniciada na segunda quinzena de junho, a atividade segue até outubro e reúne cerca de 50 alunas. As aulas são realizadas às segundas, quartas e sextas-feiras, das 14h às 17h, sob orientação da professora Maria do Carmo, que possui 23 anos de experiência. Durante os encontros, as participantes aprendem a transformar materiais que seriam descartados em peças de artesanato, como tecidos, especialmente jeans, e embalagens. Além da produção das peças, o curso aborda o reaproveitamento de resíduos, os cuidados com o meio ambiente e os conceitos de economia criativa e circular. As participantes também recebem orientações sobre trabalho coletivo e organização de cooperativas, ampliando as possibilidades de geração de renda. Para a presidente do FAC, Adir Diniz, a proposta vai além do aprendizado de uma nova atividade. “A economia criativa possibilita não apenas geração de renda. Ela contribui para a economia circular, sustentabilidade, descarte de resíduo e até mesmo para a saúde de quem aprende a fazer uma peça de artesanato.” Segundo a professora Maria do Carmo, o curso também contribui para a autoestima das participantes. Muitas chegam às primeiras aulas sem acreditar na própria capacidade e, ao longo do processo, passam a se surpreender com o que conseguem produzir. “Elas estão aprendendo não apenas a sustentabilidade e economia criativa. Elas cuidam da própria saúde, superam depressão e até praticam solidariedade e economia circular, doando peças de roupas que ganham para artesanato, mas que estão em condições de uso.” Artesanato como oportunidade Entre as participantes está a aposentada Maria Aparecida, de 61 anos. Ela conta que encontrou no artesanato uma nova atividade durante um período delicado de sua vida. “Para minha vida é muito importante. Eu descobri que estava com Alzheimer e tive começo de depressão. Quando vim para o curso aqui no Buriti, eu fui melhorando. Eu descobri o artesanato por meio do FAC e estou apaixonada pelo artesanato pelo FAC.” A cozinheira Carmem Carvalho, de 57 anos, também encontrou no curso uma oportunidade de geração de renda. Moradora de Ribas do Rio Pardo, ela já produz e comercializa as peças que confecciona. “Eu estava com depressão e vim para cá e minha vida mudou. Vou fazendo o curso e vou vendendo as coisas. Essa semana eu vendi 900 reais e já tenho um monte de encomenda para fazer.” Ao longo do curso, as participantes aprendem que materiais como tecidos e caixas de leite, que poderiam ser descartados, podem ganhar nova utilidade e se transformar em peças artesanais. A proposta une aprendizado, sustentabilidade e uma alternativa de renda para as participantes.

03/09/2026 às 13:17
Interdições alteram trânsito em quatro pontos nesta sexta (4)

Motoristas devem ficar atentos às interdições programadas para esta sexta-feira (4) em diferentes pontos de Campo Grande. Os bloqueios ocorrem para a realização de obras de sinalização viária, desfile cívico, inauguração e congresso religioso. No Centro, a Rua Alagoas ficará interditada entre as ruas Euclides da Cunha e Manoel Inácio de Souza, das 7h às 18h. A intervenção, que começou nesta quinta-feira (3), segue até sexta-feira (4) para a execução de obras de sinalização viária. Como alternativa, os motoristas podem utilizar as ruas Euclides da Cunha e Manoel Inácio de Souza. Também no Centro, a Rua Itiquira, entre as ruas Antônio Maria Coelho e Manoel Inácio de Souza, terá bloqueio das 15h às 17h30 para a realização de um desfile cívico. Durante o período, a orientação é utilizar as ruas Antônio Maria Coelho e Manoel Inácio de Souza. Na Região do Segredo, a Rua Guilherme de Almeida, entre as ruas Cláudio Manoel Costa e Alberto da Veiga, ficará interditada das 7h30 desta sexta-feira (4) até as 23h59 de sábado (5), em razão da inauguração da Casa Clube Gárgulas MC. O acesso local será mantido. Já na Região do Anhanduizinho, a Rua Barão de Limeira, entre a Avenida Gury Marques e a Rua Visconde de Cairú, será interditada das 18h às 22h desta sexta-feira (4). O bloqueio também ocorrerá no sábado (5) e domingo (6), no mesmo horário, para a realização de um congresso religioso. Como rota alternativa, os motoristas podem utilizar a Avenida Gury Marques e a Rua Visconde de Cairú. A orientação é que os condutores redobrem a atenção ao passar pelas regiões interditadas, respeitem a sinalização e, sempre que possível, programem rotas alternativas para evitar congestionamentos.

03/09/2026 às 15:21
Mães atípicas aprendem crochê em capacitação da Escap

Nesta semana, 20 mães atípicas concluíram uma capacitação em crochê promovida pela Escola de Capacitação para Mulheres (Escap), da Secretaria Executiva da Mulher (Semu) de Campo Grande. A atividade foi encerrada com a entrega de certificados às participantes, no Núcleo de Assistência Social (NAS) do Centro de Educação Especial Girassol, na Vila Santa Branca. A oficina ensinou técnicas de crochê em pano de prato que podem ser utilizadas tanto como passatempo e terapia quanto como oportunidade para complementar a renda familiar. A ação foi realizada a partir de uma demanda apresentada pelas próprias mulheres atendidas no espaço. “Quando a gente chega a um território, primeiro escuta quem está ali. A partir dessa escuta, entendemos quais são os interesses e as necessidades daquela comunidade e levamos a capacitação adequada. Aqui, foram as próprias mães que pediram o curso de crochê, e é justamente esse olhar que queremos fortalecer: oferecer oportunidades que façam sentido para a realidade de cada mulher”, explica a secretária executiva da Mulher, Angélica Fontanari. A coordenadora da Escap, Rafaela Maia, destaca que a escolha dos cursos parte justamente desse diálogo com os locais que recebem as capacitações. “O primeiro contato é com a liderança ou o responsável pelo local que quer oferecer a capacitação aos seus assistidos. Nós fazemos uma visita, estudamos o cenário e identificamos, naquele encontro, qual curso a comunidade tem interesse em fazer. Não adianta chegar com uma capacitação que não desperta interesse. A Escap tem esse olhar de justiça social e equidade, atendendo de acordo com a realidade e a necessidade de cada comunidade. Neste caso, foram as mães que pediram o crochê, e nós providenciamos”, afirma. À frente da oficina esteve a professora voluntária Suelem Mary da Silva, responsável por ensinar desde os primeiros pontos até a confecção dos detalhes que dão acabamento aos panos de prato. “As participantes aprendem o básico do crochê, como o biquinho, o ponto alto e o ponto baixo. Como o curso é de curta duração, a proposta é oferecer uma aula simples e fácil, para que elas consigam começar a desenvolver a técnica e, quem sabe, ganhar um dinheirinho extra”, explica. Para algumas participantes, o curso também foi uma oportunidade de aprimorar uma habilidade antiga. É o caso de Divina Pereira Maia, moradora da Vila Nhánhá, que já trabalha com crochê há cerca de 30 anos. “Eu estou amando. Isso aqui é uma oportunidade não só de trabalho, mas também para quem gosta de crochê. É uma terapia. Eu já fazia há muitos anos e agora estou aprimorando para pegar o certificado”, conta. Já Maria Ramona Cermento Maciel, moradora do Cophavilla II e mãe atípica, soube da capacitação por meio do grupo do NAS. Ela já tinha experiência com crochê, mas aproveitou a oportunidade para aprender novos acabamentos e, principalmente, para conviver com outras mães. “Eu já sabia fazer tapete simples, mas esse trabalho com linha fina eu não sabia. E fazer amizade com o pessoal também é muito bom. Para nós, mães atípicas, é muito importante trocar ideias, conversar e ter essa convivência”, relata. A assistente social do NAS, Vanderlaine Pereira, explica que o espaço funciona como suporte às famílias atendidas pelo Centro de Educação Especial Girassol, administrado pela CEDEG-Apae de Campo Grande. Para as mães que permanecem no local durante o período de atendimento dos filhos, atividades como a capacitação representam uma oportunidade de aprendizado e convivência. “Elas aproveitam o tempo em que as crianças estão na escola para aprender. Algumas moram muito longe e não têm condições de voltar para casa nesse intervalo. Então, em vez de ficarem aguardando do lado de fora, elas permanecem aqui, em um espaço pensado para elas”, explica. A capacitação de crochê possibilitou que as participantes aproveitassem o período de atendimento dos filhos para desenvolver uma nova habilidade, trocar experiências e conviver com outras mulheres, além de conhecerem uma técnica que pode se transformar em uma possibilidade de geração de renda. #ParaTodosVeem: A imagem de capa mostra alunas do curso de crochê em pano de prato reunidas à mesa durante a aula.

03/09/2026 às 12:26
Funsat e Uems iniciam curso de português para migrantes  

A integração de estrangeiros em Campo Grande ganha um novo amparo educacional na próxima quarta-feira (9). O projeto “Uems Acolhe” inicia a terceira turma do curso de Língua Portuguesa para migrantes, estruturado em convênio entre a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Uems) e a Fundação Social do Trabalho (Funsat).  O cronograma de ensino abrange 12 semanas ininterruptas de estudo. A grade curricular totaliza 60 horas de conteúdo focado exclusivamente na instrução do idioma local, com término estipulado para o mês de dezembro.  As atividades ocorrerão na modalidade presencial, sempre às quartas-feiras, no período noturno, das 19h às 21h30. O polo da Escola Funsat contabiliza 19 inscrições confirmadas para esta edição. As turmas anteriores englobaram cidadãos de mais de dez nacionalidades distintas.  A Escola Funsat disponibiliza infraestrutura em duas unidades na Capital para as suas capacitações. O escritório central localiza-se na Rua 14 de Julho, número 992, no primeiro andar, na Vila Glória. O Polo Moreninhas atende a Região Bandeira na Rua Anacá, número 699.  Os interessados podem buscar orientações sobre o lançamento de cursos profissionalizantes e treinamentos gratuitos pelas redes sociais da instituição, no Instagram @funsat.cg e no Facebook Funsatcampograndems. O contato direto funciona também pelo WhatsApp no número (67) 3314-3089.  #PraTodosVerem: A imagem mostra uma idosa em curso

03/09/2026 às 14:44
Servidor Municipal — cursos de capacitação